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Você fez – Andressa Lima


Uma leitora aqui do blog foi com tudo para seu aniversário de três anos de namoro!

Fez a carteirinha de namorado, o mapa-mundi e os vales… Tirou foto, disse que foi um sucesso e mandou pra gente ver:

 

Segue em anexo umas fotinhas que bati de outra ideia sua, fiz aquele mapa com os “EU TE AMO” em todass as línguas… Nossa, deu um trabalhão pra achar cada lugar, e como pode ver nas fotos, comprei um mapa mundi beem grande, na foto não parece ser muito grande, mas é! Tanto que precisei usar três isopores atras dele! Mas no fim, o resultado foi positivo, ele amou também! Ficou liindo!!!
Obrigada pela ideia!!!
Ah, também usei a ideia dos “VALES” e fiz vários pra ele, ficou beem divertido!!! Coloquei cada um dentro de envelopes vermelhos e deixei todos espalhados pelo quarto dele. Quando ele chegou na casa dele teve a surpresa né, aquele mapa gigante com vááários eu te amo, e diversos vales!!! E claro, a carteirinha de Identidade dentro de uma caixa bem bonita em cima da cama.. Foi um sucesso! Esses três anos de namoro vai ficar pra história! hahaha
Só esqueci de bater fotos do vales :/
Ah, aproveitei e coloquei no mapa algumas fotinhas nossas e um desenho que ele fez a mão quando estávamos com mais ou menos um ano de namoro… Não é dos mais bonitos, na verdade ficou engraçadinho e fofo hahaha daí eu tirei uma cópia e coloquei no mapinha também 😀
Se quiser publicar isso no seu blog, fique a vontade! Só quis mesmo mostrar como o seu trabalho é bem visto e utilizado!!!
Muito obrigada, e até mais…
Andressa

 

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Mapa Mundi


O presente de hoje é bem específico para namorados. É o Mapa Mundi Poliglota.

“Mas como é esse mapa mundi?”, você me pergunta. Ora, eu respondo, é um mapa mundi, colado em cortiça, com um monte de alfinetes grudados em alguns países. E, em cada alfinete, tem escrito “eu te amo” em uma língua.

Esse eu fiz tem um ano. Eu sou uma asiosa, como vocês sabem, então em vez de mandar fazer uma moldura bonita e colocar direito na cortiça, eu fiz eu mesma e dane-se =X Então perdoem as fotos a seguir:

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Então vamos ao passo a passo:

1. Conseguir o mapa

Essa é a parte que mais me deu trabalho, porque eu não tinha a menor idéia de onde achar um mapa mundi. Depois de algum tempo me deram um endereço aqui em Brasília que era de uma loja só de mapas – mas que hoje em dia está fechada (acho que se acha mapas online ou em grandes papelarias ainda)

Comprei um mapa do mundo todo, com divisão política: cada país estava marcadinho. Eu queria que ele tivesse cortiça no fundo e uma moldura bonita e aí perguntei pro vendedor. Descobri que eles faziam isso, mas que ia demorar não lembro quanto tempo. Além  de ser ansiosa, eu já tinha passado tanto tempo procurando um mapa que a data final (aniversário de namoro) estava mais perto do que eles conseguiriam entregar.

1.1 Montando tudo (para quem não mandar fazer a moldura)

Então, falei que não precisava, comprei um monte de alfinetes com uma bolinha preta em uma das pontas e saí de lá direto para uma loja que só vende coisa pra artesanato e arte. Comprei uma folha de cortiça e uma folha de papel panamá, que é uma folha bem grossa, parecida com papelão.

Chegando em casa, abusei da cola entre o mapa e a cortiça, juntei os dois e coloquei bem umas duas toneladas de livro de direito em cima do mapa pra colar bem bonitinho.

Depois que secou, cortei o excesso de cortiça e tirei as medidas (altura x largura). Aí eu adicionei mais alguns centímetros em cada lado e cortei dois retângulos assim de papel panamá. Um deles seria o fundo e o outro seria a moldura. Cortei o centro do que seria a moldura e pintei os dois. Depois que secou a tinta, eu colei os dois e deixei o peso de mil Vade Mecums. como sobrou papel panamá, coreti dois corações, pintei de vermelho e taquei lá também.

O resultado fica aceitável, mas acabou entortando e eu esqueci de colocar um trem pra pendurar o quadro ^^”

2. Mapa com moldura pronto. Agora os eu te amo.

Eu consegui uma lista com “eu te amo” em várias línguas (vou colocar ali no final do post) e selecionei algumas. Escrevi em tirinhas pequenas de papel e usei o alfinete para grudar cada eu te amo em um país que falasse aquela língua.

Encontrei um pequeno problema: a europa tinha coisa demais! Então eu tentei colocar algumas línguas nos países colônia. Aí o “I love you” foi parar na Austrália, o “Je t’aime” na costa leste do Canadá… e por aí vai.

E aí tá pronto! É um presente bem fácil de fazer, ainda mais se você mandar emoldurar em vez de ser ansioso (a) como eu hihihi. Abaixo a lista com os “eu te amo”

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O Melhor Remédio


Hoje vou ensinar um presente que eu espero que ninguém nunca tenha que dar: é um presente para aquela pessoa querida que ficou doente.

Esse presente são as Pílulas de Carinho

Eu já dei esse presente, mas eu tive a idéia do nada e, como sou ansiosa, não pude esperar até chegar em casa e fiz na mesa do estágio mesmo, então ficou um pouco mal-acabado. O que eu vou ensinar aqui é como eu teria feito se não fosse uma ansiosa.

“Bom, e como é esse presente?” Você me pergunta. Pois eu explico. São pílulas em cápsula com uma mensagem dentro. Se for pro seu amor, pode ser  pílulas”eu te amo” ou pílulas “amor,” pílulas “beijos” e coisas assim. Se for pro seu filho, uma delas pode ser pílula “beijo de mãe” e por aí vai.

Antes de ensinar como faz, deixe que eu faça um esclarecimento. Daqui para frente no texto, haverá diferença no que eu chamo de pílula e no que chamo de cápsula.

Resfenol é um exemplo de cápsula.

Um exemplo de cápsula é o Resfenol. Note que o remédio é um pó, protegido por uma cápsula de um tipo de plástico comestível. São duas peças que se encaixam e que podem ser desmontadas manualmente.

cápsula desmontada

A cápsula é o remédio que não tem gosto, já que o plástico não tem o gosto amargo dos compostos químicos.

Pílula: Químicos sem "capinha"

Já a pílula não é protegida pela camada de plástico e costuma ter o gosto amargo. Não é possível desmontá-la, podendo-se, no máximo, partí-la.

Para nosso presente de hoje, nós vamos usar cápsulas, e não pílulas.

Uma parte muito importante, talvez a crucial, é escolher a cápsula. Ambas as peças que se encaixam devem ser transparentes. É um pouco difícil achar uma exatamente assim. A que eu achei era uma pílula de guaraná (daquelas pra deixar o povo acordado) que era bem assim:

Pílula com cápsula transparente.

Eu acho que em farmácia de manipulação se vende remédio em cápsula transparente, mas não tenho certeza.

Enfim, uma vez comprada a cápsula, temos que abrir uma por uma e nos livrar do que tem dentro. Essa é a parte triste, na qual eu fico agoniada com o desperdício. As pessoas mais metódicas podem passar um cotonete por dentro da capa de plástico vazia para limpar 100% (pessoalmente, eu não tive paciência hihihi), só não coloque água, que esse material amolece e dissolve fácil (falando nisso, tome cuidado se suas mãos forem quentinhas).

Agora corte tirinhas de papel de modo que sua espessura não seja maior que a parte central da cápsula, descontando a parte em que ela começa afinar até virar a ponta. Escreva qual o tipo de pílula umas três vezes no papel e depois enrole-o em forma de tubinho, tomando o cuidado de deixar a parte escrita do lado de fora, o que se vê. Enrole o tubinho com  a mensagem bem apertado e coloque na parte maior da capinha: ela vai se desenrolar um pouco e se acomodar ao espaço.

Aí você tem duas opções: ou fecha a cápsula assim mesmo (foi o que fiz) ou coloca sal/açúcar dentro para que as pontinhas também fiquem brancas. Se você acha que a pessoa pode realmente ingerir as cápsulas, acho melhor colocar açúcar.

E, pronto! Agora você faz quantas destas sua paciência deixar e entrega para a pessoa!

Eu entreguei, por falta de opção, numa sacolinha de papel. Se eu pudesse escolher, contudo, o que eu teria feito é usar um frasquinho de remédio (talvez do próprio de guaraná, talvez o de outro menrozinho), tirar o rótulo e colar uma etiqueta que eu mesma personalizaria, com o nome do remédio, as indicações e as informações que se coloca em frasco de remédio de verdade.

Esse é trabalhoso e bem específico, mas eu acho o resultado uma graça e o presentinho de uma delicadeza comovente (modéstia à parte).

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